quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Dicas do investidor : Alex Coura

Aprendendo através de exemplos

Acredito que nada melhor do que tomar a iniciativa para investimentos é aprender com pessoas bem sucedidas e como as mesmas desenvolvem as suas estratégias. Uma coisa tem que ficar claro, que muitas vezes uma carteira de investimentos de um investidor está dando certo para uns mas não funciona para outros, justamente por que cada investidor tem diferenças de perfis e conforme analisado anteriormente dependerá dos fatores críticos como rentabilidade, lucratividade, risco e liquidez.

O que estaremos fazendo todas as sextas é trazendo exemplo de pessoas e as suas dicas pessoais sobre investimentos, em seguida farei análise sobre estes investimentos e conto com a colaboração de todos para resolver dúvidas e acrescentar algo mais para todos.

Alex Fernandes Coura - Diretor de Tecnologia

"Sou Alex F. Coura, 41 anos, trabalho no Grupo Negrini como Diretor de TI. Sou casado há 9 anos, tenho um filho de 6 anos. Costumo investir em ações (5%), imóveis em construção (80%) e poupança (15%). Apesar de uma liquidez inferior, nos últimos anos, o mercado imobiliário paulistano permitiu ganhos de até 35% a.a com risco relativamente baixo, desde que o comprador tenha conhecimento do segmento. Atualmente o ganho está menor, mas ainda está valendo a pena."




Primeiramente gostaria de agradecer a participação do Alex, grande amigo, ao qual trouxe outras alternativas de investimentos das já citadas, que muito embora pareça algo conservador os números revelados por ele confirmam o momento do mercado imobiliário brasileiro.


Expansão do setor imobiliário no Brasil é sustentável, dizem especialistas

Demanda reprimida pode ter causado superaquecimento no mercado, de acordo com executivos ouvidos por AméricaEconomia.
O aumento do crédito, associado à queda da inadimplência e às condições macroeconômicas favoráveis contribuíram para o superaquecimento do setor imobiliário no Brasil. Apesar de a expansão evocar a bolha norte-americana, esse crescimento é sustentado, afirmam especialistas entrevistados pela revista AméricaEconomia, que, em dezembro, traz um especial sobre o mercado.
De acordo com o presidente da Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança), Luiz Antonio França, esse aquecimento tende a ser sustentável e prolongado. O executivo, no entanto, faz ressalvas quanto ao crédito imobiliário, uma vez que os empréstimos foram concedidos, até o momento, quase totalmente com recursos das cadernetas de poupança e do FGTS. “Em dois ou três anos, essas reservas se esgotarão e será preciso recorrer a novas fontes”.
Segundo o presidente do SindusCon-SP (Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo), Sérgio Watanabe, esse impulso no segmento resulta de décadas de demanda reprimida, cuja curva se inverteu em 2004. “Paralelamente, as ofertas no mercado de capitais permitiram que pouco mais de 20 empresas do setor captassem cerca de R$ 20 bilhões, o que colocou tanto imobiliárias quanto incorporadoras em um patamar mais elevado”, observa.
O diretor da área de Crédito Imobiliário do Bradesco, Cláudio Borges, aponta uma das razões para o clima de otimismo no segmento. “O financiamento imobiliário tornou-se um produto extremamente confortável para se trabalhar. Não há especulação. Até 40% do valor total do negócio tem sido bancado com dinheiro da poupança. A pessoa compra porque realmente está realizando o sonho da casa própria”, diz.
(Fonte : Publicado segunda-feira, dezembro 13, 2010 por portalvgv)


FGV prepara índice sobre investimentos no setor imobiliário

Interessados em investir no setor imobiliário terão uma boa ferramenta para aferir a rentabilidade de seus negócios a partir do segundo semestre deste ano. É quando a Fundação Getúlio Vargas (FGV) pretende lançar o Índice Brasileiro de Rentabilidade Imobiliária (Ibri), indicador que trará dados consolidados sobre a receita de investimentos de imóveis comerciais, incluindo shopping centers, escritórios comerciais, galpões industriais e garagens, entre outros. Futuramente, o indicador deverá agregar também o setor residencial.
Segundo Paulo Picchetti - idealizador do índice, professor da FGV e pesquisador do Instituto Brasileiro de Economia, que coordena o Índice de Preços ao Consumidor Semanal -, o Brasil não dispõe hoje de um indicador consolidado para o setor imobiliário, e essa é a grande motivação para a construção de um índice como o Ibri:
“Hoje, cada investidor conhece a rentabilidade de sua carteira de imóveis, mas não tem uma ideia clara do que seja o desempenho do mercado como um todo. Fazendo uma analogia com o mercado acionário, é como se cada investidor pudesse acompanhar a rentabilidade do conjunto de ações particulares que possui, mas não pudesse compará-la com a média do mercado, caso o Ibovespa não existisse.”
Picchetti ressalta ainda que o objetivo do Ibri é também atrair novos investidores para o setor imobiliário, que hoje eventualmente possuem um grande interesse, mas não dispõem de indicadores para avaliar com maior precisão a atratividade desses investimentos.
“Com o índice, o mercado ganha uma compreensão muito maior de si próprio, com aumento de transparência e informação, resultando em maior número de negócios, e portanto maiores perspectivas de liquidez e rentabilidade.”
O Ibri será trimestral e fornecerá o valor de avaliação dos imóveis, o valor das receitas de aluguel e de outras receitas correntes, e também o das despesas, tanto na forma de capital - investimentos e benfeitorias -, quanto despesas operacionais, como propaganda, despesa de condomínio, contas de entidades públicas etc. O indicador será alimentado com informações concedidas pelos agentes que detêm carteiras de investimentos em imóveis, como fundos de pensão.
(Fonte: publicado em 16/06/2010 às 15:05 | Fonte: O Globo)

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